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A Banda Filarmónica amizade
fez 130 anos
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Foi no dia 27
de Setembro de 1880 que um grupo de Arcozelenses memoráveis
decidiram meter mãos à obra e fundar uma banda filarmónica. Nesse
dia prestamos-lhe pois homenagem e gratidão pela sua heróica
iniciativa que haveria de perdurar ininterruptamente até à presente
data. Para eles e para todas as gerações de músicos e corpos
directivos vai a nossa admiração e agradecimento, com votos de um
feliz aniversário coroado de êxitos. No que se refere às
comemorações este ano a direcção decidiu reservar 4 dias com
actividades várias, que para além do tradicional jantar de convívio
contou com a presença da banda de Abrunhosa-a-velha. |
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O gasoduto vai passar na
freguesia de Arcozelo |
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A junta de
freguesia foi notificada da passagem do gasoduto pela nossa
freguesia. O trajecto em apreciação a nível ambiental que prevê a
colocação de tubagem de 700 mm de diâmetro num espaço reservado para
o efeito que ocupa 20 m, vai entrar por um corredor entre a quinta
da barca e da bogueira e dai segue em direcção ao rizado inflectindo
depois para Ribamondego. A entidade responsável pela obra irá
atribuir indemnizações pela ocupação do terreno, mas o respectivo
processo ainda se encontra numa situação inicial. Quando houver mais
notícias serão dadas a conhecer à população. Entretanto se quiser
mais informação pode consultar o processo na sede da Junta. |
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O iC 7 vai também passar no
Arcozelo |
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O Arcozelo vai
ter um cruzamento com a futura estrada que vai substituir a velha
estrada da beira entre Oliveira do Hospital e Fornos de Algodres.
Para mais informação queira ver o projecto na Junta de Freguesia.
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Aniversário do Clube |
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A Junta de Freguesia felicita o União
de Futebol de Arcozelo pelos seu 76º aniversário, desejando à
Direcção e aos Associados uma palavra de incentivo para prosseguirem
o seu trabalho. |
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Nova viatura da Junta de
Freguesia |
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Tendo em vista a continuidade do
serviço de transporte de crianças que a junta assegura há bastantes
anos, foi adquirida uma nova viatura que já se encontra credenciada
pelo Estado para este fim. Trata-se de uma viatura de marca Ford do
ano de 2001 com lotação para 9 pessoas. Não obstante faça um serviço
específico ela pode ser utilizada por todas as instituições da nossa
freguesia, pelo menos assim o desejamos. |
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Magusto tradicional da
Freguesia |
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À semelhança dos anos
anteriores, a junta de freguesia organizou no dia 13 de Novembro o
tradicional magusto da freguesia, aberto a toda a população, que
este ano contou com a participação da “banda potra”, que é um
conjunto formado por jovens da nossa aldeia e que diga-se fizeram
uma excelente actuação. Aos respectivos membros agradecemos a sua
participação e enviamos os maiores votos de sucessos. O evento foi
bastante concorrido e teve para além das tradicionais castanhas, a
boa jeropiga, principalmente aquela que foi oferecida pelo senhor
António Bonito Branco, e umas excelentes filhoses feitas por um
grupo de mulheres a quem gostaríamos de agradecer publicamente,
acompanhadas de vários requeijões oferecidos. Tratou-se de uma
iniciativa muito positiva, pautada pela boa disposição e pelo
excelente convívio. |
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Fogos florestais assolam o
“Aljão” |
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Tal Uma parte da freguesia
do Arcozelo foi literalmente varrida por três grandes incêndios
florestais que deflagraram no lugar do Aljão e zonas adjacentes ao
Mondego nos dias 11 e 14 de Agosto, deixando atrás de si um rasto de
destruição sem paralelo nos últimos anos. Onde outrora predominava o
verde intenso das árvores e dos arbustos, a “frescura” das áreas
agrícolas dominadas pelas pastagens, oliveiras e vinhas, perdura
agora uma paisagem totalmente desoladora, fria e negra pautada aqui
a ali pelo torcido tição. Foram dizimados os campos agrícolas e as
infra-estruturas que lhes servem de apoio, havendo referência a 5
barracões agrícolas destruídos e muitos metros de vedações. Os
infortunados animais, ovelhas e cabras que ainda recentemente
percorriam ordeiramente os campos e se deliciavam nos matos,
mostram-se agora resignados com as exíguas pastagens, que doravante
têm de pastar com mais intensidade, em virtude dos condicionalismos
alimentares impostos pelo fogo, não esquecendo também que não podem
de modo algum lograr alcançar uma sombra, que nesta altura do ano
tanto apreciam, sobretudo no período de tarde. Perderam-se
irremediavelmente inúmeros pinheiros em fase de corte e outros que
almejavam contribuir no futuro para melhorar o rendimento dos
respectivos proprietários. Todos nós conhecemos amiúde as causas e
os motivos dos incêndios. Produzimos relatórios precisos e
exaustivos, apontamos soluções que tendem a não implementar-se e
desenvolvemos um conjunto diversificado de leis que muitas vezes não
chegam ao conhecimento das pessoas. O combate às chamas exigiu
muitas horas de trabalho penoso por parte da população do Arcozelo
que queria, a todo custo evitar a progressão do incêndio. Importa
aqui evidenciar e testemunhar a bravura dos que sentiram os seus
bens e animais ameaçados, designadamente os pastores que aí têm
rebanhos, porque foram efectivamente vigilantes atentos dia e noite,
tentando por todos os meios debelar as chamas. A junta de freguesia
não podia agir de outra forma que não fosse associar-se a estas
pessoas na sua tormenta, bem como assim colaborar dentro das suas
possibilidades com as autoridades, nomeadamente bombeiros, protecção
civil e município de Gouveia. Porém, nos primeiros dois dias apenas
contámos com a preciosa ajuda das equipas de sapadores florestais
(urze e município de Gouveia a quem agradecemos) e com as máquinas
retroescavadoras do município de Gouveia, que sinceramente se
afigura insuficiente para fazer face à dimensão da calamidade. Mas,
compreendemos os motivos da ausência dos bombeiros nesse período, os
quais se relacionam obviamente com a proliferação no concelho de
outros incêndios no concelho de iguais proporções em zonas próximas
dos aglomerados populacionais. Gostaria de destacar a prontidão com
que o município de Gouveia respondeu à solicitação da junta de
freguesia e à forma abnegada como acompanhou no terreno o evoluir do
combate às chamas, agradecendo publicamente ao presidente do
Município Dr. Álvaro Amaro, ao vereador permanente Dr. Luís Tadeu e
aos funcionários do município que conduziram as máquinas
retroescavadoras, pelo excelente trabalho desenvolvido e pela ajuda
inestimável no controlo e extinção do fogo. Finalmente na
sexta-feira e no sábado, os bombeiros de Gouveia acompanhados de
outras cooperações, deram luta árdua ao fogo levando-o á extinção.
Foram homens cheios de coragem e determinados no seu trabalho, não
se demovendo dos seus objectivos, mesmo quando o cansaço parecia
apoderar-se dos seus corpos. Para eles, o nosso bem-haja. Terminada
a tormenta contabilizamos uma área ardida que excede largamente os
650 ha. Ficamos pois mais pobres e provisoriamente menos orgulhosos
do ambiente que nos rodeia. Julgamos porém, que todos devemos
manifestar convictamente o desejo de que a situação inicial seja
reposta o mais rapidamente possível, que possa haver colaboração
efectiva entre as diferentes entidades oficiais no ordenamento da
floresta, no aconselhamento dos proprietários exortando-os para que
procedam à limpeza da floresta, incentivando os agricultores a
manter os terrenos cultivados sobretudo aqueles que estão submetidos
a pastagens, para que desta forma se possa criar uma autêntica rede
de terrenos limpos que impeça ou limite a progressão dos incêndios,
encorajando os elementos da Associação de caça e pesca do arco do
Mondego a prosseguir com o seu excelente trabalho, sobretudo ao
nível da desmatação de terrenos incultos visando a reversão destes
para zonas de alimento á caça e por fim dar continuidade à melhoria
dos caminhos que servem os espaços agro-florestais, que é
responsabilidade da junta de freguesia. Em suma, dada a importância
do nosso ecossistema, não podemos ter outra actuação que não seja
reprovar e repudiar veementemente os actos ignóbeis perpetrados por
uns quantos indivíduos que teimam a afrontar indelicadamente o
ambiente e todos aqueles que directa ou indirectamente lhe estão
ligados e dele obtêm o seu sustento. Devemos por todos os meios
advogar intransigentemente a defesa da floresta, pois só assim
estamos a defender o futuro e os valores ambientais do nosso
ecossistema, a sua diversidade e a sua riqueza. Assim, o esperamos
sinceramente. |
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Limpeza de casas em ruínas |
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Preocupada com os inúmeros
pedidos de intervenção formulados por algumas pessoas da nossa
freguesia, a Junta solicitou ao município de Gouveia que vistoriasse
as casas em ruína e aquelas que demonstram inequivocamente estarem
em deficientes condições de higiene por serem locais de concentração
de todo o tipo de lixos. Os técnicos visitaram pois as habitações e
decidiram propor à câmara que notifique os respectivos donos a fazer
as necessárias obras de manutenção e de remoção dos entulhos.
Algumas das pessoas entretanto notificadas manifestaram à Junta a
sua dificuldade de cumprirem com as condições impostas pelo
Município, e assim decidiram doar o respectivo espaço à Junta de
freguesia para que esta possa levar a efeito tal iniciativa legal.
As casas em questão situam-se na rua das varandas e foram pertença
do Senhor Eduardo Fagilde, da Sr.ª Maria Emília entretanto falecida
e dos herdeiros do senhor Francisco Simão há muito falecido. A Junta
analisou o pedido e verificou haver interesse público na tomada de
posse deste novo espaço que entre outros poderá viabilizar a ligação
à rua do rabaçal, bem como assim, dar melhores condições de
habitabilidade aos moradores vizinhos. Decidida que foi a aceitação
por parte do Executivo, que para cumprimento legal deverá submeter à
Assembleia Municipal uma proposta de autorização nos termos legais,
a Junta meteu mãos à obra dando assim inicio à limpeza do espaço com
a remoção de entulhos, madeiras a que se segue a retirada da pedra.
Futuramente pensamos que este novo espaço será certamente usufruído
pela população e estamos crentes que esta atitude muito contribuirá
para revitalizar o tecido urbano da freguesia que se encontra
bastante degradado. |
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Obrigatoriedade da limpeza da
floresta |
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A Floresta é um
património importantíssimo e actualmente tem sido devastada,
principalmente, pelos incêndios florestais que deflagram anualmente
no nosso País. O Decreto-Lei 124/2006, de 28 de Junho prevê uma
série de medias e acções no sentido da prevenção e protecção da
floresta. Assim, nos aglomerados populacionais inseridos ou
confinantes com espaços florestais é obrigatória a limpeza de mato
numa faixa superior a 100 m. No caso de edificações isoladas
(habitações, estaleiros, armazéns, oficinas, fábrica, entre outros),
os proprietários, arrendatários, usufrutuários ou entidades que a
qualquer título detenham terrenos confinantes a estas edificações
são obrigados a proceder à gestão dos combustíveis numa faixa de
50m. |
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